mesa-redonda:
o que falta para o estúdio decolar
Nomes de peso abriram o “Estúdio Day”. Carlos Bastos (Kodak), Luciene Moreira (Fujifilm), os lojistas José Carlos B. da Costa (MG) e Rogério Scortegagna (RS), e o consultor José Mauro Batista debateram o que vem dando certo e os bloqueios para que o mercado da fotografia de retrato em estúdio amadureça no Brasil. Assuntos como o custo e o tipo de marketing, aspectos ligados ao bom gosto do produto, atenção a paladares regionais, formas de gerenciar o negócio e como aproveitar o enorme potencial de demanda, fizeram parte da pauta. Para a platéia, visões muito claras e úteis de uma alternativa de diversificação óbvia e de risco mínimo no ramo da fotografia.
Clicio Barroso Filho
Ele foi um dos maiores destaques e arrasou nesta edição do congresso. Após sua palestra ninguém pode dizer que não sabe como fugir das poses batidas ou até mesmo bregas. De forma descontraída e muito didática, a palestra de Clicio contou até com cliques ao vivo de uma modelo para explicar o que ninguém sabe explicar, mas sabe identificar: o porquê de uma pose ser boa ou ruim. A platéia se encantou e, claro, agradeceu tantas dicas.
como foi a programação
| 7h30 |
Inscrições/credenciamento |
| 8h30 |
Multimídia |
| 9h00 |
Mesa-redonda: O que falta para o estúdio decolar no Brasil. Carlos Bastos/Luciene Moreira/Rogério Scortegagna/J. Carlos B. Costa e José Mauro |
| 10h30 |
Coffee break |
| 11h00 |
Pose: todas iguais, todas bregas. Como mudá-las e inovar? Clicio Barroso |
| 12h00 |
Painel Fujifilm |
| 12h30 |
Almoço |
| 14h00 |
Painel Agfa Gevaert do Brasil |
| 14h30 |
Portfólio
de um estúdio modelar: sim, é possível
Vick Almeida |
| 15h30 |
Pôsteres digitais: eles estão chegando e vendem Rogério Outsubo |